sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Proibido fumar
Assinalou-se na passada terça-feira, dia 17 de Novembro, o Dia do Não Fumador, um bom pretexto para reflectir sobre a questão do tabagismo, que segundo a Fundação Portuguesa do Pulmão é responsável por 11,7 por cento das mortes verificadas em Portugal, entre as quais se encontram vítimas de cancro, de doenças cardiovasculares, de cariz respiratório e pulmonar ou de complicações na gravidez.
A entrada em vigor da Lei do Tabaco, a 1 de Janeiro de 2008, foi um marco importante na libertação dos espaços públicos de fumo. Apesar de imperfeita, a Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto, representou um passo positivo para que um vício ou um prazer não interfiram com o direito que os não fumadores têm a poderem estar livremente em locais públicos sem poluição.
No período inicial, estabelecimentos como cafés, restaurantes e discotecas esforçaram-se para cumprir a legislação, fruto do terror que existia em relação à actuação musculada, intransigente e espalhafatosa da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
À medida que as pessoas se foram apercebendo das lacunas da lei e sobretudo da ausência de fiscalização permanente, a bandalheira começou: os sinais vermelhos a indicar a proibição de fumar começaram a dar lugar aos azuis que permitem o fumo, sem que tivessem sido efectivamente criadas condições para que esta mudança ocorresse.
Num país onde se encontra sempre uma maneira de contornar as regras e onde só se cumpre a legislação se houver um risco elevado de punição, este processo mostra a importância de criar leis exequíveis e fiscalizáveis, assim como de promover a informação da opinião pública, para que pessoas possam exigir o cumprimento dos seus direitos.
A introdução de legislação mais restritiva em relação ao fumo em espaços públicos é importante na luta contra o tabagismo, mas não é a solução milagrosa para um problema que exige profundas mudanças comportamentais. Dados da Direcção-Geral de Saúde concluem que, devido a esta lei, cinco por cento dos fumadores deixaram de fumar e 22 por cento reduziram o consumo.
A lei tem de ser integrada numa política concertada para esta área, da qual devem necessariamente fazer parte iniciativas concretas na prevenção e no tratamento antitabágico.
[Publicado no Diário do Minho, 17 de Novembro de 2009]
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quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
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terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Mais cabeça que ancas
© DR
O nome de Filippa Hamilton correu o mundo graças a um anúncio da Ralph Lauren: a supermodelo aparece com um corpo de tal forma magro que a cabeça é maior do que as ancas. Para além de ter emagrecido exageradamente a silhueta da manequim com o programa informático Photoshop, a empresa pôs fim, no passado mês de Abril, a uma ligação laboral de sete anos, alegando a «incapacidade da modelo para cumprir as suas obrigações contratuais». Na prática isto significa que a franco-sueca «tinha engordado muito e não cabia nas roupas». A “top model” tem 55 quilos e mede um metro e setenta e sete.
Não é preciso ir além-fronteiras para ver casos em que o peso se torna motivo de notícia. Ainda há pouco tempo uma revista questionava se Alexandra Lencastre estava gorda ou grávida, obrigando a actriz a explicar os motivos pelos quais engordou. Posteriormente, a intérprete de Patrícia de Castro Mota em “Meu Amor”, da TVI, informou que já estava a fazer dieta e prometia chegar ao fim da novela «pronta para vestir um belo vestido de noiva».
Na memória ainda está também fresco o caso de Rita Pereira, que emagreceu de tal forma para dar vida a Alice, em “Feitiço de Amor”, que vieram a público suspeitas de anorexia, negadas pela actriz. Ou o das jovens intérpretes de “Morangos com Açúcar” que tiveram de “encolher” para poderem participar nos episódios de Verão desta série juvenil.
O mais perturbador é que episódios como estes não são exclusivos do mundo da moda ou de quem tem a imagem física como objecto de trabalho. Num tempo em que o número de obesos está a aumentar, a preocupação com o peso e com a imagem corporal tornou-se numa obsessão, não por uma questão de saúde e qualidade de vida, mas porque é preciso encaixar num padrão imposto por uma “máquina” de homogeneização global, que funciona até para os aspectos mais íntimos. No mínimo, é obrigatório ser-se belo, magro e eternamente jovem, o que significa, na maior parte dos casos, viver num estado de permanente infelicidade devido à impossibilidade de atingir tal objectivo. E gastar dinheiro, gastar muito dinheiro...
É preciso perceber de uma vez por todas, e sem que seja necessário que o tema volte a saltar para a ordem do dia devido à morte de mais alguém famoso por causa da anorexia, que a extrema magreza não é sinónimo de felicidade. Muitos dos corpos esqueléticos que vemos – e chegamos ao absurdo de olhar para eles com uma nesga de inveja – são fruto de regimes alimentares incorrectos e de cargas brutais de exercício físico, que são tudo menos saudáveis.
Muitas das imagens com que somos diariamente bombardeados pura e simplesmente não são reais. O caso da Ralph Lauren pôs em evidência que quando nem sequer as modelos conseguem encaixar no padrão estabelecido o seu aspecto é retocado: a gordura, as rugas, as estrias, os pêlos, os cabelos brancos e tudo quanto possa manchar a alegada imagem da perfeição é eliminado. Só que na realidade tudo isso existe e faz parte da vida...
[Versão de texto publicado no Diário do Minho, 24 de Outubro de 2009]
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segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Alexandra Lucas Coelho hoje na "Velha"
@ Caderno Afegão, retirada daqui.
Depois de Carlos Vaz Marques, a Comunidade Leitores da Velha recebe hoje, a partir das 21h45, a jornalista Alexandra Lucas Coelho, que vai apresentar o livro "Caderno Afegão". As fotografias da viagem que está na base do livro e mais informações estão no site de Caderno Afegão.
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Literatura
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Miguel Carvalho apresenta livro em Braga e Famalicão
Miguel Carvalho lança amanhã, às 18h30, na Livraria Centésima Página, em Braga, o livro “Aqui na Terra”. A apresentação da obra do grande repórter/redactor principal da “Visão” está a cargo do professor da Universidade do Minho Manuel Jacinto Sarmento.
Na sexta-feira,o lançamento é na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, às 21.30. A socióloga Cláudia Sousa Dias e o padre Salvador Cabral fazem a apresentação.
O jornalista mantém o blogue Devida Comédia.
Na sexta-feira,o lançamento é na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, às 21.30. A socióloga Cláudia Sousa Dias e o padre Salvador Cabral fazem a apresentação.
O jornalista mantém o blogue Devida Comédia.
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terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Festival de Jardins está a terminar
Jardim dos Origamis
© Festival de Jardins
O 5.º Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima deste ano, subordinado ao tema "As artes no Jardim", termina no próximo sábado.
Na sexta-feira chega ao fim o prazo das inscrições para a próxima edição do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima, subordinado ao tema “Kaos no Jardim”.
Vale a pena aproveitar os últimos dias para visitar o recinto localizado nas margens do rio Lima.
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Lazer
domingo, 25 de Outubro de 2009
603
Entre 1 de Janeiro e 21 de Outubro de 2009 já morreram nas estradas portuguesas 603 pessoas, das quais 38 em Braga e 24 em Viana do Castelo, segundo dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.
Estes valores assustadores deveriam estar sempre presentes quando saímos para a estrada e não apenas por altura do Dia Mundial em Memória das Vítimas na Estrada. A estrada não pode continuar a ser um cemitério.
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sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
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Fotografia
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
A culpa não pode morrer solteira
© Luísa Teresa Ribeiro
Ana Sofia Damião foi forçada a despir-se na rua, a simular relações sexuais com colegas e a insultar os pais, durante a praxe no Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros, em 2002. Denunciou os abusos e acabou por ser repreendida pela instituição de ensino. Na sequência deste caso, teve de mudar de faculdade. Sete anos depois, o Supremo Tribunal de Justiça condenou o estabelecimento a pagar uma indemnização de 38 mil euros.
Ana Francisco Santos foi coberta com excrementos de porco e obrigada a fazer o pino sobre um bacio cheio de bosta de vaca, mergulhando nele a cabeça, na Escola Superior Agrária de Santarém, em 2002. O caso seguiu para a justiça e o Tribunal da Relação de Évora condenou seis membros da comissão de praxe por co-autoria do crime de ofensas à integridade física qualificada e um outro por coacção. As multas variam entre 640 e os 1600 euros.
No início de mais um ano lectivo, o ministro do Ensino Superior voltou há dias a avisar as instituições de ensino que não tolerará «práticas de humilhação e de agressão física e psicológica de índole manifestamente fascista e boçal», prometendo remeter para o Ministério Público os casos de que tiver conhecimento.
Repetir anualmente estas ameaças não chega. É preciso acções concretas para que a história da praxe não continue a ser feita à custa de muito sofrimento. A praxe passou a ser contemplada no Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, pelo que os estabelecimentos não podem assobiar para o ar, como se nada tivessem a ver com o assunto. Os crimes estão tipificados no nosso ordenamento jurídico, pelo que urge fazer com que a justiça funcione. E há casos que merecem condenações que vão muito para além das multinhas simbólicas...
[Publicado no Diário do Minho, 6 de Outubro de 2009]
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Cidadania
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Carlos Vaz Marques apresenta livro em Braga
Carlos Vaz Marques está hoje, a partir das 21h45, na Velha-a-Branca, em Braga, para apresentar o livro "O Japão é um lugar estranho", de Peter Carrey. A iniciativa marca o regresso ao trabalho da Comunidade de Leitores da Velha, que nos próximos meses centrará as leituras em lugares - cidades, países, etc. Mais informações aqui.
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Literatura
sábado, 10 de Outubro de 2009
Capítulos a ler
© Capítulos Soltos
O programa cultural começa hoje, pelas 17h00, com a apresentação da 5.ª edição do livro "A Nascente de Tinta", do escritor e ilustrador Pedro Seromenho.
Mais informações sobre este projecto no blogue da livraria ou no Twitter.
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domingo, 4 de Outubro de 2009
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segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Patromónio vivo

© Mosteiro de Tibães, imagem retirada daqui.
Depois de um investimento de 15 milhões de euros e de duas décadas de intervenção, o Mosteiro de Tibães, em Braga, está a ganhar uma nova vida, com a instalação das missionárias Donum Dei, que vão gerir uma hospedaria e um restaurante, já a partir do próximo mês.
A recuperação da antiga casa-mãe dos Beneditinos em Portugal configura um bom exemplo da intervenção no património, não apenas pela duração do projecto, que ultrapassou vários ciclos políticos e económicos, mas também pela ligação à comunidade, visível pela manutenção da igreja aberta ao culto durante as obras ou pela realização de visitas ao estaleiro.
A instalação de uma comunidade religiosa marca agora uma nova etapa deste processo, na medida em que permite dar vida a um local cujo passado está inegavelmente ligado à fé e à cultura. A presença desta comunidade religiosa resgata a alma daquele espaço monástico e potencia um património que vai muito para além do edifício.
O desafio que se segue – tal como foi apontado recentemente em Braga pelo ministro da Cultura – é trabalhar em rede com outros equipamentos da zona Norte, afirmando-se como um exemplo para outros espaços culturais.
Esta intervenção tem o condão de nos lembrar que somos um país com um vasto património, onde muito há a fazer pela sua recuperação. Esta é uma questão fundamental, não apenas pela salvaguarda da nossa memória histórica, mas também pelo retorno monetário que este investimento poderá ter, com a atracção de cada vez mais turistas.
Numa sociedade demasiado habituada a que o Estado resolva todos os problemas, existe muitas vezes a tentação de aguardar de mão estendida a chegada das verbas milagrosas. Como os recursos públicos não são infinitos, e muito menos num período de recessão económica, em que é preciso uma hierarquização rigorosa de prioridades, a comunidade também é chamada a dar o seu contributo para a preservação do património.
A região tem bons exemplos desta atitude pró-activa: o Museu de Alberto Sampaio, em Guimarães, chamou os mecenas a ajudarem na recuperação dos frescos e o Movimento Mais Congregados meteu mãos à obra para que fosse possível avançar com a intervenção na basílica bracarense. Os resultados falam por si.
[Publicado no Diário do Minho, 21 de Setembro de 2009]
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quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Católica promove congresso de Ciências da Comunicação
O Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa recebe, entre hoje e sexta-feira, o Congresso Internacional de Ciências da Comunicação “Comunicação, Cognição e Media”. Mais informações aqui.
Braga vista da FacFil.
13 de Maio de 2009.
Braga vista da FacFil.
13 de Maio de 2009.
segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
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quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
Este
Hoje, apeteceu-me tomar café com vista para o rio.
É verdade que acabei por tomar o café. Quanto à vista, era esta...


Braga.
17 de Setembro de 2009.
É verdade que acabei por tomar o café. Quanto à vista, era esta...


© Luísa Teresa Ribeiro
Rio Este.Braga.
17 de Setembro de 2009.
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terça-feira, 1 de Setembro de 2009
Amanhecer na praia

© Luísa Teresa Ribeiro
Longe vão os tempos em que a necessidade de obedecer à tirania dos horários dos transportes públicos fazia com que a chegada à praia acontecesse quando o sol ainda se espreguiçava. As imagens mais marcantes que guardo de Moledo (concelho de Caminha) são, justamente, dessas primeiras horas da manhã: o mar revolto, a areia coberta pelas marcas das gaivotas e o incrível cheiro do sargaço. Este é um local frequentado por personalidades mediáticas? Deixa ser...
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segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Ressuscitou. E com cara nova...
Pedro Antunes Pereira ressuscitou o “Para quando a nossa revolução?”. O blogue apresenta «um design mais sério» e novas rubricas promissoras, tais como “Pensamento Twitter” ou “Livros que já devia ter lido”. O tom continua mordaz.
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domingo, 30 de Agosto de 2009
Importa-se de responder?
Ao responder a determinados inquéritos fico com a certeza de que os resultados devem ser olhados com algumas reservas.
Há poucos dias respondi a um questionário telefónico de 20 minutos «sobre bancos». A entrevistadora, com a habitual falsa simpatia, foi fazendo alguns comentários às minhas respostas, como por exemplo [mais palavra menos palavra]: «exactamente, nos dias que correm a confiança é muito importante no relacionamento com um banco»; «é um banco muito conhecido, é para lá que é transferido o meu ordenado» ou «vemos, de facto, muita publicidade na televisão».
A determinada altura pediu-me para eleger apenas um banco e para explicar a razão da eleição. «Escolho o banco x porque isto é inquérito e porque me estão a pedir que eu faça uma escolha», foi a justificação que tentei dar, mas que a entrevistadora entendeu como sendo uma falta de respeito em relação ao seu trabalho. Eu não estava a ser jocosa. Era apenas a verdade, que não constava entre as categorias disponíveis para resposta.
Pelo que me tenho apercebido, a obrigatoriedade de dar respostas é também um dos problemas de alguns inquéritos on-line. Já preenchi vários questionários que não permitiam avançar deixando uma pergunta por responder. Ora, não havendo uma categoria do género “Não sabe”, “Não responde”, “Não aplicável”, estão a obrigar quem está a responder a inventar uma resposta, adulterando os resultados. Questão de somenos? Não me parece se o objectivo é sermos rigorosos...
Há poucos dias respondi a um questionário telefónico de 20 minutos «sobre bancos». A entrevistadora, com a habitual falsa simpatia, foi fazendo alguns comentários às minhas respostas, como por exemplo [mais palavra menos palavra]: «exactamente, nos dias que correm a confiança é muito importante no relacionamento com um banco»; «é um banco muito conhecido, é para lá que é transferido o meu ordenado» ou «vemos, de facto, muita publicidade na televisão».
A determinada altura pediu-me para eleger apenas um banco e para explicar a razão da eleição. «Escolho o banco x porque isto é inquérito e porque me estão a pedir que eu faça uma escolha», foi a justificação que tentei dar, mas que a entrevistadora entendeu como sendo uma falta de respeito em relação ao seu trabalho. Eu não estava a ser jocosa. Era apenas a verdade, que não constava entre as categorias disponíveis para resposta.
Pelo que me tenho apercebido, a obrigatoriedade de dar respostas é também um dos problemas de alguns inquéritos on-line. Já preenchi vários questionários que não permitiam avançar deixando uma pergunta por responder. Ora, não havendo uma categoria do género “Não sabe”, “Não responde”, “Não aplicável”, estão a obrigar quem está a responder a inventar uma resposta, adulterando os resultados. Questão de somenos? Não me parece se o objectivo é sermos rigorosos...
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